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Câncer da pele é o mais frequente. Previna!

Dados estatísticos do Instituto Nacional do Câncer revelam que o câncer da pele é o mais comum no Brasil. Dentre todos os estados brasileiros, o Rio Grande do Sul apresenta a maior incidência de câncer da pele, com estimativa de aumento na faixa de 15% a cada ano. Isso ocorre devido à grande prevalência de descendentes europeus, principalmente italianos, alemães e portugueses, que, por apresentarem a pele mais clara, são mais sensíveis às ações nocivas dos raios solares.

O sol, nossa grande fonte de energia, é fundamental para a manutenção da vida na Terra. No entanto, a radiação solar também causa danos cumulativos ao longo do tempo, chamado de fotodano ou fotoenvelhecimento.

Muitas alterações dermatológicas estão associadas à exposição solar crônica. Dentre elas, destacam-se o aumento das rugas, das manchas, da flacidez e das sardas brancas. Porém, outras alterações causadas pelo sol podem ser precursoras malignas ou cancerosas. Elas podem se manifestar como áreas de simples aspereza na pele, às vezes, quase imperceptíveis. A presença dessas lesões é um alerta para o desenvolvimento do câncer da pele.

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento do câncer da pele são: pele clara, exposição solar crônica e intensa, queimaduras solares frequentes, história familiar ou pessoal de câncer da pele e a presença de nevos (também conhecidos por pintas ou sinais). Fique atento a sinais assimétricos, que apresentam cor e bordas irregulares, aumentam de tamanho ou apresentam alterações de cor.

O uso diário de filtros solares adequados, o autoexame da pele e consultas periódicas ao seu dermatologista são medidas importantes na prevenção do câncer da pele.